Resolvendo o problema demográfico no Ocidente



A crise demográfica no Ocidente exige uma resposta urgente e eficaz.  Ter três ou mais filhos é uma questão de sobrevivência ou extinção da espécie humana branca e das suas respectivas raças.  Se tal acontecer será uma catástrofe biológica por desleixo e insensatez humana.  

Para uma pessoa saudável física e psiquicamente, ser pai ou mãe de três ou mais filhos — nos tempos que correm — passou a ser de facto um dever cívico e não uma opção.  No dito Ocidente, trata‑se de salvar uma espécie humana à beira da extinção.  A espécie humana branca!…   

Não quero com este texto transformar a liberdade pessoal de cada um numa obrigação estatal.  Até porque algumas pessoas são incapazes de cuidar de crianças, aliás, elas nem sequer são capazes de cuidar delas próprias, quanto mais de uma criança.  

Ter filhos é uma decisão profundamente íntima e pessoal, é condicionada pela saúde, pelas circunstâncias económicas e pelas escolhas de cada pessoa.  Por isso, em vez de se impor pela força da Lei a todos os adultos o dever de serem pais de três ou mais filhos, é mais justo criar as condições para que quem deseja ter filhos possa fazê‑lo sem enfrentar pobreza, insegurança ou abandono e, seja beneficiado relativamente aos outros que optaram por não ter filhos.  Isto é, aqueles que reunindo as condições físicas e psíquicas, não cumpriram — a obrigação — o seu dever cívico e moral de perpetuar a espécie, evitando que ela se extinga.  

Então, e como poderemos fazer isso nos países Ocidentais, onde a liberdade individual é sagrada, o ócio é persistente, a irresponsabilidade reina e imoralidade é banal?…   Bem… De maneira muito simples.  É claro que, para tal é absolutamente necessário ter coragem política.  Não sou nenhum iluminado e de certo que muitos ilustres homens da política e da sociologia europeia já chegaram à mesma conclusão que eu.  Mesmo assim, vou passar de seguida para os meus leitores a “receita” que em consciência julgo ser a única resolução viável e eficaz.  

Então, para pais e mães com três filhos ou mais:  


BENEFÍCIOS  FISCAIS: 
- Isenção de pagar IRS sobre rendimentos de trabalho.  
- Reembolso parcial do IVA em as todas compras familiares (excepto artigos considerados de luxo).

BENEFÍCIOS  DE  APOIO  SOCIAL:
- Licença parental alargada.  
- Infantários gratuitos ou, subsídio equivalente ao SMN para um dos membros do agregado familiar.
    
OUTROS  BENEFÍCIOS:
- Bónus sob os descontos para a Segurança Social para os empregadores dos membros desse agregado familiar.


Complementávamos estas medidas com algumas penalizações (entre outras mais) para todos os outros que fossem física e psiquicamente capazes, mas que, optaram por não cumprir o dever cívico de ter três ou mais filhos.  Então, teríamos:  

PENALIZAÇÃO  FISCAL:
- Perda de todo e qualquer benefício ou dedução fiscal em sede de IRS.  

PENALIZAÇÕES  SOCIAIS:
- Impedimento de antecipar a reforma.  


Eventualmente, algumas pessoas poderiam tentar contornar esta situação através da emigração.  A seguinte consideração aplica‑se a todos os cidadãos, tenham ou não filhos.

Vejamos...  Desde o nascimento e, pelo menos, até à conclusão dos estudos, cada pessoa representa uma despesa significativa para o Estado.  Ainda assim, a emigração não deve ser tratada como um crime.  No entanto, seria justo que o país exigisse às pessoas que emigram o reembolso dos custos dos serviços públicos de que beneficiaram ao longo da vida, até à data da sua decisão de emigrar.  

A saúde e a formação académica, são direitos dos cidadãos e simultaneamente investimentos colectivos da nação.  O Estado, financiado pelos impostos pagos pelos cidadãos, proporciona‑lhes acesso à saúde e à formação académica.  Por isso, não seria justo que outro país beneficiasse do investimento realizado pelo Estado na formação dessas pessoas.  

Assim, o Estado tem o direito de exigir coercivamente aos emigrantes o pagamento dos custos correspondentes, deduzindo os benefícios que, eventualmente, tenha recebido deles até à data da emigração.  

Para concluir, reafirmo o que escrevi no início: resolver a crise demográfica não significa exigir que cada pessoa constitua uma família numerosa.  Significa sim, sensibilizar a população e criar as condições necessárias para que mais pessoas possam cumprir o dever cívico de ter três ou mais filhos, assegurando, ao mesmo tempo, que todas as crianças tenham condições para crescer com dignidade.  

Uma política demográfica duradoura nasce do apoio do Estado, da confiança, da liberdade de escolha e fundamentalmente da responsabilidade de cumprir o dever cívico de prepetuar a espécie e a raça.   


CONCLUINDO: 
- A ideia destas medidas é ajustar a máquina fiscal de maneira a que fosse mais vantajoso para as famílias terem três ou mais filhos do que um, dois ou nenhum.  

TER TRÊS OU MAIS FILHOS, JÁ NÃO É UMA OPÇÃO, É UM DEVER CÍVICO!  


 ■ 



Sem comentários:

Enviar um comentário

Obrigado, pelo seu comentário!