Um esbulho para a nação


Imigrantes africanos


Dir-se-á que enquanto os governos falarem uns com os outros, não haverão guerras.  Poderá um dia resultar, mas alguém acredita que estamos perto disso?... 

Deve ser por tal desiderato que deixaram ir para a ONU o nosso António Guterres, conhecido na gíria por "picareta falante", mas não passa disso.  Puseram lá um ser com ar de "bonzinho", o que só demonstra a nossa irrelevância política, ao contrário do que para aí muitos quiseram fazer crer, engalanando em arco.  

Algo que já tinha ocorrido com a nomeação do Professor Freitas do Amaral como Presidente da Assembleia Geral, um cargo que só encontra paralelo na função reprodutora dos altos dignitários da Igreja que se portam segundo os ditames que juraram e não se envolvem nos tão propalados (e lamentáveis) actos de pedofilia.  A Santa Sé (ou a Igreja no seu Magistério?), por sinal, parece estar muto em apoio deste malfadado "Pacto de Marraquexe".  Porque será?...  

Bom, mas voltemos ao Pacto das Migrações.  Pacto que deve merecer, desde já, a revolta de todos os "coletes amarelos" e de todas as outras cores.  

Como é possível que um acordo complexo como este, de âmbito tão lato e que toca a soberania e toda a ordem social e cultural das nações, seja negociado durante um ano (ao que se diz) e só se comece a ouvir falar dele uns dias antes de ser assinado?...  E porquê em Marraquexe?...  

Porque em vez de terem assinado esta aberração, não fizeram um pacto para criminalizar e enclausurar quem anda a fomentar as migrações desregradas e as organizações mafiosas de tráfego humano?...  

Concentremo-nos no caso português.  Quem é que o governo português e restantes órgãos de soberania julgam representar ao terem tomado esta atitude?...  A atitude de tudo esconder, de não auscultar, de desinformar?...  Atitude do facto consumado?...  Sobretudo atitude do lesa-pátria!  

O que faltará para se querer impor que cada família acolha e sustente um alienígena qualquer que lhe bata à porta?...  Qual é a diferença?...  Ou andam (os políticos) armados em "chicos espertos" pensado que os imigrantes não querem vir para cá?...  Enxerguem-se!  

Por ventura há na Constituição da República algum artigo que permita, ou quiçá aconselhe, um comportamento destes?...  Pois não parece que haja!  

Esta atitude de prepotência e de brutal descaminho do interesse nacional deve merecer a revolta de todos os bons portugueses.  E antevendo o protesto dos povos, vêm com falinhas mansas dizer que o Pacto não é vinculativo e não põe em causa a soberania dos Estados?...  Mentirosos!   Se não põe, para que serve o Pacto?...  Não bastava deixar tudo como estava?...  

O Pacto, assinado por cerca de 160 países, só se repercutirá efectivamente em 20 ou 30, que são os apelidados de "primeiro mundo", nomeadamente os europeus, pois são estes que recebem imigrantes.  É uma batota despudorada e pelos vistos não há um único político no país que dê conta e a denuncie.  Será que andamos a eleger grunhos, distraídos e vendidos (vá-se lá saber a quê ou a quem)?...   

Mas alguém (imigrante) quer ir para Àfrica, para a Ásia (excluindo o Japão, que tinha a coisa controlada) ou para a maioria dos países da América Latina, muito menos para os países comunistas ou de religião islâmica, que tratam os não crentes como tratam os cães?...  

Mas será que esta gente, que anda a incentivar estas insanidades, é doida?...  Não, é simplesmente repulsiva, pois por falsos conceitos de humanidade querem acabar com as nações, com as fronteiras, amalgamar tudo.  Visa-se sobretudo mestiçar todo o mundo, acabando com as raças, mas visando sobretudo a raça branca, ou melhor dizendo, a espécie humana branca.  Isto é de uma evidência que até doi.  

A ONU visa objectivamente (isto é, quem a manipula) o Governo Mundial que contribuirá tendencialmente para ter um único povo (a Humanidade), uma só religião (?), uma só moeda (e depois a ausência desta), uma só justiça, uma só polícia (presume-se que os exércitos acabarão por serem desnecessários), etc, etc...  

Essa gente é tarada e é perigosa!...  

Os únicos que, à partida, estão a salva desta hecatombe são os judeus, pois são o único povo que até hoje sobreviveu durante 2.000 anos sem Estado e sem território, está protegido pela sua religião e pela sua tradição de descendência matriarcal (Israel não assinou o Pacto).  Para além do facto de dominarem grande parte da finança mundial.  

O Pacto agora assinado embora cerca de 30 nações não o tenham feito, tem dentes aguçados: prevê a propaganda da imigração; a equiparação de nacionalidade; o aconchego dos que chegam (quem vai pagar?); a criminalização dos que se opuserem e outros mimos.  Ilustrem-se.  Tudo muito democrático... 

Isto representa um futuro esbulho para a Nação Portuguesa, um esbulho da sua nacionalidade, da sua matriz cultural, da sua terra, dos seus bens, da sua identidade e, finalmente, da sua individualidade, do seu futuro.  

Não admira que queiram desarmar a população, pois têm medo de que esta possa ter qualquer veleidade de se opor a crimes de lesa-Pátria como este.  

Quando Portugal, na sua velha sabedoria e missão de séculos, foi construindo uma nação plurirracial e pluricontinental de matriz lusíada, que representava um exemplo para o mundo e não ameaçava ninguém, as principais potências do globo, outras invejosas da sua inferioridade, racistas, colonialistas, etc., e a porcaria da ONU, atacaram-nos sem dó nem piedade, e só descansaram quando nos esbulharam de todo o património ultramarino.  

E agora essa desgraça, irresponsável e desacreditada organização - cuja Wall Street (outra entidade que quer dominar o mundo...) foi fundada em parte por judeus portugueses que quiseram acompanhar os holandeses expulsos do Brasil no século XVII - que tem à frente um português desnaturado ("um peixinho vermelho em pia de água benta", lembram-se?), quer inundar estes 92.000 km2 com a ralé do globo, alegando causas e efeitos a que a "Terra de Santa Maria" é alheia, extinguindo-nos a prazo!  Já não lhes bastava andarem a vender o país aos bocadinhos!...  

Só por cima do meu cadáver!  O brado de "Mouros em terra, moradores ás armas", nunca foi tão actual.  Com a situação mais gravosa - que tresanda a 1580 - de que agora a "moirama" está infiltrada nos órgãos de soberania.  Isto não é a feijões.  

Razão tem a Primeira-Ministra nipónica!  



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Fonte: 
João José Brandão Ferreira, 
in Jornal O Diabo, de 5 de Junho de 2026



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